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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Federação da Agricultura e Pecuária participa de reunião que discutiu o Projeto Baixo Açu



Nesta sexta-feira (15) o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, participou de reunião no Sebrae, em Natal, para discutir os rumos e o futuro do Projeto Baixo Açu. Na oportunidade, José Vieira acompanhou a discussão sobre como os produtores rurais da região estão fazendo para se manter na área, implantada há mais de 20 anos, mas que ainda sofre com problemas de infraestrutura e de regularização fundiária.

Na reunião, que foi promovida pelo conselho administrativo do projeto, o representante da Faern falou sobre esse importante projeto. “Acredito que todos aqui saibam da dimensão do Baixo Açu. Todos sabem que aquele projeto já deveria estar na sua segunda fase e que o Governo do Estado e o Departamento Nacional de Obras Contras as Secas (Dnocs), ainda não estão fazendo totalmente a sua parte nessa questão. É uma temeridade deixar aquela boa idéia sem um norte”, alertou Vieira.

De acordo com o presidente da Faern, a classe política do estado é uma das grandes culpadas pelo desanimo de muitos empresários que atuam na localidade. “São inúmeros produtores rurais que ficaram sem muitas perspectivas depois que o governo enfraqueceu e minou muitas das possibilidades de sucesso do projeto. Temos que voltar os olhos para aquela região. E isso parte principalmente de uma vontade política. Uma vontade política que muitas vezes eu não observo”, ressaltou Vieira.

Projeto Baixo Açu

O projeto Baixo Açu está inserido no Pólo de Desenvolvimento Integrado Açu/Mossoró. Compreende uma área total de 6.000 ha, distribuídos em duas etapas. A primeira é composta por lotes de agricultores familiares, por técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos e empresários. Nessa primeira etapa há, também, uma área destinada à pesquisa e experimentação, sob a responsabilidade da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn).

O pólo vem se constituindo como a região de maior produção do melão do país, com potencialidades na produção de mamão, manga e banana.

De acordo com o engenheiro agrônomo e presidente do Conselho de Administração do Distrito de Irrigação do Baixo Açu (Diba) - Guilherme Saldanha, toda essa pujança do projeto pode sofrer um abalo significativo se a atual administração estadual não fizer nada por aquela área. “Todos aqui pagam taxas altíssimas para se manter na região. E mesmo assim, queremos continuar produzindo ali, pois acreditamos no potencial do Projeto Baixo Açu. Agora sem o apoio do governo, isso ficará muito difícil”, disse.

Segunda etapa

“A segunda etapa do projeto está praticamente parada e a primeira sofre com vários problemas. Gostaria de lembrar que em 2005 o projeto de irrigação do Baixo Açu era o terceiro melhor desenvolvido no Brasil. O que será que aconteceu?”, questionou Saldanha.

De acordo com José Viera, da Faern, essas perdas são consequências dos anos de abandono governamental com a área e com os seus produtores. “Não adiantará de nada fazermos reuniões e mais reuniões para discutir esse tema se os nossos governantes não tiverem interesse na questão. Sem essa vontade, podem esquecer. Estaremos lutando contra moinhos de vento”, ressaltou Vieira.

Além do presidente da Faern, participaram da reunião o engenheiro agrônomo e presidente do Conselho de Administração do Distrito de Irrigação do Baixo Açu (Diba) - Guilherme Saldanha, técnicos do Sebrae, Cosern, representantes da Sape/RN, Dnocs, Emparn, Emater, empresários, consultores agrícolas, produtores rurais, e os deputados estaduais George Soares e Gustavo Fernandes.

Com reportagem de Paulo Correia.

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Programa Sertão Seguro atende reivindicação antiga dos produtores rurais




O Governo do Estado prometeu para o mês de junho a criação de um programa especial para cuidar da segurança nas comunidades do interior. Apresentado pela governadora Rosalba Ciarlini em recente evento com a imprensa, o programa Sertão Seguro cuidará da vistoria e do patrulhamento de todo o sertão do Rio Grande do Norte e será comandado por uma companhia especial do BOPE.

De acordo com a governadora o programa cobrirá as pequenas cidades e as zonas rurais mais afastadas para tentar sanar um grave problema que é o roubo de animais e maquinários agrícolas de fazendas e empresas. Esse grupamento especial do BOPE já vem sendo treinado e estará em operação até o final de junho. “O Sertão Seguro visa abranger as regiões do estado com os maiores índices de criminalidade. Proporcionaremos mais tranqüilidade para os municípios do interior”, explicou a governadora.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, esse programa vem em boa hora, já que os índices de violência nas pequenas cidades, aliado ao crescente consumo de drogas, aumentam a cada dia. “Acredito que será positivo esse programa. Espero que ele consiga atingir todos os seus objetivos, que é dar mais segurança para as populações de municípios menores e comunidades rurais afastadas. Acredito que ele também será de fundamental importância para o combate ao tráfico e consumo de entorpecentes nessas localidades. Um consumo que só aumenta. Espero um combate duro contra o crack, uma droga violentíssima que está ceifando a vida de nossos jovens no campo”, ressaltou Vieira.

Seminários

A Federação da Agricultura já discutiu a escalada da violência no campo em seminários promovidos em 2009 e em 2010. No primeiro evento, promovido em outubro de 2009, a Faern levou para a Assembleia Legislativa diversas autoridades do meio político e policial do RN para discutir os problemas e apontar as soluções para a criminalidade nas cidades e fazendas do interior.

“Foi à oportunidade que tivemos para debater com seriedade esse problema. Levamos o secretario de Segurança, o delegado Geral da Polícia Civil e outras autoridades. Fizemos um mapeamento de todo o estado e mostramos exemplos de produtores rurais que perderam animais, insumos e defensivos agrícolas para os ladrões. Ouvimos muitas promessas, mas quase nada de efetivo foi feito nessa questão”, lembrou o presidente da Faern.

Em 2010, a instituição promoveu mais um seminário envolvendo a classe política. Dessa vez, voltado para os rumos do Rio Grande do Norte nos próximos quatro anos.

O seminário “O Que Esperamos do Próximo Governo” teve foco na apresentação de propostas do agronegócio potiguar para os principais candidatos ao governo estadual. E uma das propostas foi centrada na criação de um batalhão especial para proteger a Zona Rural.

“Fizemos essa proposta com base nas patrulhas rurais, que foram criadas em estados do Sul do país e que estão dando certo no combate à bandidagem e ao tráfico de drogas. Acredito que a governadora ouviu o clamor dos produtores rurais e das populações das cidades pequenas e criou o programa Sertão Seguro”, finalizou o presidente da Faern, José Vieira.

Com reportagem de Paulo Correia.

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Ações da Faern são destaques no Jornal de Hoje


Nas suas edições de terça e quarta-feira (12 e 13), o vespertino O Jornal de Hoje destacou as ações da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), nesses últimos dias.

No periódico, as informações acerca da palestra sobre negócios com a China, promovida na terça-feira (12) no auditório do Sebrae, e que contou com a presença de mais de 100 pessoas e que foi ministrada pelo geógrafo e especialista em mercado internacional, Vladmir Pomar. No texto do JH, publicado no caderno de Cidades, a notícia que o evento foi uma parceria do Sistema Faern/Senar com o Sebrae/RN.

Na outra reportagem sobre a Federação da Agricultura, publicada na edição desta quarta-feira (13), a notícia era sobre a audiência pública promovida na Assembléia Legislativa do Estado e que tratou sobre as mudanças no novo Código Florestal Brasileiro. No texto, publicado no caderno de política, a informação era sobre como as entidades de classe, como a Faern e a Anorc, não foram convidadas para o evento.
De acordo com o presidente da Faern, José Álvares Vieira, isso mostrou o despreparo dos organizadores da audiência, que somente ouviram um lado, no caso, o lado dos ambientalistas. “Estamos discutindo o desenvolvimento do país. Para isso, é preciso ter ciência, pesquisa e ver qual a melhor decisão”, explicou Vieira ao jornal.

Feiras agropecuárias

Na edição de terça-feira (12), o Jornal de Hoje ainda destacou na sua página de economia a repercussão da Caprifeira de São Paulo do Potengi, promovida no último final de semana.

Na matéria, o periódico entrevistou o presidente da Faern, José Vieira, e questionou sobre o sucesso dessas feiras agropecuárias. Ele relatou a sua preocupação com os números desses eventos em 2011 e também falou sobre os pagamentos do Programa do Leite, que continuam em atraso.

Abaixo segue o link do Jornal de Hoje na Internet:

http://www.jornaldehoje.com.br/portal/flip/

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Palestra no auditório do Sebrae exibe potencial da China para empresários potiguares


Foi promovida na tarde desta terça-feira (12), no auditório do Sebrae, em Natal, uma palestra sobre as potencialidades da China para os empresários e produtores rurais do Rio Grande do Norte. Ela foi ministrada pelo geógrafo e técnico agropecuário Vladmir Pomar com o tema: “Rio Grande do Norte - Relação de Negócios e Oportunidades com a China”, que versou sobre a História daquele país e toda a sua pujança econômica nos últimos anos.

O evento, que foi promovido pelo Sistema Faern/Senar, em parceria com o Sebrae, levou para os mais de 115 inscritos uma mostra da força da China e suas oportunidades para o empresariado que souber aproveitar todo o “boom” daquele imenso país.

De acordo com o palestrante Vladmir Pomar, a apresentação para os empresários e produtores rurais do estado serviu para exibir a economia e a cultura da China e os seus pontos mais importantes no comércio internacional. “Foi muito bom a palestra. Acredito que todo mundo aproveitou e tirou as dúvidas sobre aquele país. Foi um panorama geral, passando pela sua milenar cultura e a sua atual força no mercado. Uma força que deseja se aliar com bons projetos, e, quem sabe, eles não partam daqui?”, questionou o palestrante.

Importações

Vladmir Pomar mostrou o desejo da China de importar mais produtos de outras nações, isso incluindo os laticínios e a madeira do Brasil. “O governo chinês já determinou que nos próximos anos irá exportar menos os seus produtos e importar mais. Isso é uma boa notícia para o Brasil. Agora é saber como trabalhar essa informação. Sabemos que eles têm uma preferência forte pela nossa madeira e já mostraram interesse pela nossa indústria de laticínios”, ressaltou Pomar.

De acordo com o presidente do Sistema Faern/Senar, José Álvares Vieira, negócios já estão sendo firmados entre empresários chineses e produtores rurais do Brasil. “Já foi divulgado nos jornais e na TV que a China irá comprar 20% a mais de nossos alimentos. Um bom salto se comparado com anos anteriores. E isso só foi possível por conta de nossa produção e o cuidado com os produtos enviados para lá. Devemos tudo isso ao produtor rural, que sabe da sua importância e deseja negociar com outros países”, explicou Vieira.

Ainda de acordo com José Vieira, essa palestra sobre a China e as suas potencialidades servirá de incentivo para o empresariado potiguar e fará com que ele deseje ampliar o seu leque de produtos. “Uma boa oportunidade para os empresários e produtores rurais conhecerem como se trabalha com o mercado internacional, que é muito diferente do nosso”, enfatizou Vieira.

Crescimento

A economia chinesa cresceu 10,3% em 2010. A aceleração foi maior do que era previsto e representa uma alta em relação ao número de 2009, quando foi registrado um crescimento de 9,2%. O Produto Interno Bruto (PIB) chinês chegou à marca dos 39,8 trilhões de Yuan (R$ 10 trilhões) no ano passado.

Com reportagem de Paulo Correia.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Federação da Agricultura participa da abertura da 15ª Caprifeira de São Paulo do Potengi



Foi promovida na noite da última sexta-feira (08), a abertura da 15ª Caprifeira de São Paulo do Potengi. Na oportunidade, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, acompanhado do gerente de Aprendizagem Rural do Senar, Ubirajara Lopes, puderam observar toda a pujança do evento e ouviram da governadora do estado, Rosalba Ciarlini, promessas de melhorias para o agronegócio potiguar nos próximos quatro anos.

Na feira, que se estendeu até o domingo (10), muitos negócios envolvendo a caprinocultura foram firmados pelos produtores rurais. Uma mostra da força desse setor e do comprometimento do empresariado do campo com a economia. “Foi na abertura do evento, que é o primeiro do circuito de feiras agropecuárias do estado, que pude sentir essa vontade de acertar dos produtores locais. Mesmo passando por um grave problema que é o atraso nos pagamentos do Programa do Leite, os nossos produtores mostraram a sua força. Fiquei muito feliz com o que vi”, ressaltou o presidente da Faern, José Vieira.

De acordo com o Gerente de Aprendizagem Rural do Senar, Ubirajara Lopes, a feira é a confirmação que mesmo com todas as adversidades, a equipe de organizadores consegue fazer uma festa bonita. “São os stands e toda a logística apresentada aqui que me confirma essa força. O número de negócios fechados só aumenta com o passar dos anos. A nossa agropecuária agradece essa organização toda. E o Sistema Faern/Senar, que apóia essas feiras, não poderia deixar de montar um espaço para apresentar o nosso trabalho. No stand, o visitante descobre sobre os cursos e projetos desenvolvidos pela instituição”, explicou Lopes.

Feira 2011

A 15ª Caprifeira de São Paulo do Potengi, a maior feira agropecuária da região, abriu com bons ventos o calendário das exposições agropecuárias do estado. Funcionando como uma grande vitrine das potencialidades do agronegócio potiguar, a feira se tornou um marco na comercialização de animais, trazendo para a região criadores, compradores e autoridades de todo o país.

Na abertura, na sexta-feira (08), a governadora Rosalba Ciarlini, o prefeito de São Paulo do Potengi, José Azevedo, e várias autoridades estiveram presentes. Na sua fala, a governadora apresentou os números da agricultura no RN e pediu o empenho da classe política e econômica do estado para incentivar feiras agropecuárias como aquela.

“Quero informar para vocês que o nosso governo irá apoiar, com todo o entusiasmo, estas exposições. Sei das dificuldades. Tenho consciência dos pagamentos atrasados do Programa do Leite, mas afirmo para os senhores e as senhoras que estamos fazendo de tudo para honrar esses pagamentos. Vocês podem ter certeza que muito em breve eles serão feitos. Não posso deixar que feiras bonitas e alegres como a de São Paulo do Potengi se acabem. Afinal, sem vida no campo não existe vida na cidade”, lembrou Rosalba Ciarlini.

Estrutura

Com investimentos em torno de R$ 100 mil reais, o Parque de Exposições Francisco Bezerra de Brito foi reformulado, ganhando novos currais e apriscos, além de alojamentos femininos e masculinhos. A expectativa é que este ano, com a construção dessas novas baias, o parque receba mais de mil animais contra os cerca de 600 dos últimos anos.

Quanto ao volume de negócios, acredita-se que deverá ser superior aos 260 mil reais do ano passado, com a possibilidade de crescimento na ordem de 20%.

“Essa feira não movimenta somente os negócios dos produtores rurais, mas também o comércio, gerando renda para o município. Só para você ter uma idéia, na feira, a expectativa é de um público de cerca de 10 mil pessoas”, finalizou o presidente da Faern, José Vieira.

Com reportagem de Paulo Correia.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Federação da Agricultura participa de debate sobre porto de Natal



Nesta sexta-feira (08), às 9h30, realizou-se na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte uma Audiência Pública, proposta pelo deputado Hermano Morais (PMDB) para discutir alternativas para o Porto de Natal.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, participou da audiência, que entre outras questões tratou da ampliação do porto e o escoamento produtos para outros estados e países. “Foi uma boa oportunidade para os deputados estaduais e toda a classe política ficar ciente de suas responsabilidades sobre esse tema. Uma questão que desde muito tempo se arrasta sem resultados positivos. Enquanto isso, estados como o Ceará e Pernambuco divulgam os bons números das suas exportações”, ressaltou Vieira.

De acordo com o presidente da Faern, esses bons resultados apresentados pelos estados vizinhos são confirmações dos investimentos que eles fizeram na ampliação e no melhoramento dos seus portos. “Isso é natural. Se você investe em melhorias na infraestrutura de sua malha viária, aérea ou marítima, os resultados positivos aparecem. O que a Faern não pode aceitar, como representante da classe dos produtores rurais, é essa apatia com o nosso porto. Um local que já não comporta as nossas exportações e que ficou ultrapassado ao longo desses anos”, explicou Vieira.

Participantes

Além da Federação da Agricultura, participaram da audiência representantes do Governo do Estado, da Prefeitura do Natal, da Companhia Docas do RN (Codern), Companhia de Trens Urbanos (CBTU), Federação das Indústrias do RN (Fiern), além de representantes do setor produtivo como fruticultores, mineradores e salineiros.

“É muito importante esse tipo de reunião. Somente com debates como esse é que poderemos conseguir uma ampliação de nosso porto ou o desenvolvimento de outro”, finalizou Vieira.

Com reportagem de Paulo Correia.

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Presidente da Faern é entrevistado pela 98 FM



Na noite desta quinta-feira (07), o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, participou de entrevista no Repórter 98, principal informativo da rádio que é uma das líderes em audiência nos municípios da Grande Natal.

Na entrevista, que foi comandada pelos jornalistas Felinto Rodrigues e Robson Carvalho, o presidente da Faern discutiu sobre vários temas relacionados com a agricultura e a pecuária no estado e no Brasil. Falou principalmente sobre a movimentação organizada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na terça-feira (05), em Brasília, e que reuniu mais de 20 mil produtores rurais.

No evento, como bem lembrou Vieira na conversa com os jornalistas, o que os produtores pediram era a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro. “Nada mais correto e justo. E o texto do relator Aldo Rebelo está perfeito nisso. Na junção do respeito à natureza e a produção de alimentos”, ressaltou Vieira na entrevista.
Palestra sobre negócios com a China.

Na entrevista para a rádio 98 FM, José Vieira também lembrou sobre os bons números atingidos pelo agronegócio no Brasil e sobre as futuras parcerias com outros países, como é o caso da China. Nesse momento, ele lembrou aos jornalistas sobre a palestra que o Sistema Faern/Senar, em parceria com o Sebrae, irá promover na próxima terça-feira (12), e que será voltado para os empresários e produtores rurais que desejam aprender mais sobre aquele país e sobre como negociar os seus produtos naquela região.

“A palestra será na terça-feira e será promovida no auditório do Sebrae, em Natal. Espero que todos os produtores rurais que almejam abrir frentes de negócios com a China, se apresentem na palestra”, finalizou Vieira.

Faern, Senar e Sebrae organizam palestra sobre negócios com a China



Nesta terça-feira (12), o Sistema Faern/Senar em parceria com o Sebrae, oferece palestra voltada para os empresários e produtores rurais do estado que desejam manter negócios com a China. No evento, que ocorrerá no auditório do Sebrae, às 14h, em Natal, terá como palestrante Vladmir Milton Pomar, profissional do marketing e geógrafo, que irá debater todas as oportunidades que podem ser geradas com empresários daquele país. As inscrições para o encontro são gratuitas e podem ser feitas através do 0800 570 0800. O número de vagas é limitado a 120 participantes.

Vladmir Pomar demonstrará, com exemplos práticos e números oficiais, todo o “boom” comercial da China nos últimos anos. De acordo com o presidente da Faern/Senar, José Álvares Vieira, esse momento será uma boa chance para os nossos produtores e empresários definirem uma linha de atuação e melhorarem os seus negócios. “Acredito que será muito importante. Uma vez que já foi anunciado nos jornais que a China irá aumentar a compra de alimentos do Brasil em vinte por cento, agora em 2011. Essa palestra irá exibir toda a pujança desse país e a oportunidade que se abre para os produtores potiguares”, ressaltou Vieira.

Durante a palestra, Vladimir Pomar vai detalhar o plano quinquenal (2011/2015) e também o plano de ação conjunta entre as duas nações. O objetivo é apontar setores e áreas em que empreendedores potiguares possam fazer bons negócios. A programação do evento inclui ainda as relações bilaterais e também as oportunidades de negócios existentes naquele país.

Crescimento

No Rio Grande do Norte as importações oriundas do país asiático cresceram consideravelmente nos últimos cinco anos, chegando a mais de US$ 18,47 milhões no ano passado. Um volume quase oito vezes maior do que o registrado em 2005, quando o estado importou US$ 2,27 milhões daquele país.

Porto

De acordo com José Vieira esses números poderão ser maiores e tudo isso também passa pela ampliação de nosso porto. “O comércio entre os dois países só tem a crescer, e o Rio Grande do Norte não pode passar por fora dessa grande rota de empreendedores. Acredito que tudo isso também passa pela ampliação de nosso porto da Ribeira. Ou, quem sabe, até o desenvolvimento de um novo porto para escoar os nossos produtos”, explicou Vieira.

De acordo com o gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae, Eduardo Viana, as possibilidades de negócios são inúmeras, mas, o gerente aponta a fruticultura, o setor têxtil e área de energia, sobretudo o segmento do petróleo e gás, como as mais propícias ao fechamento de acordos. “Nesse evento queremos abordar a troca de experiências para identificar onde os empreendedores potiguares podem ser beneficiados nessa relação com a China e ensinar como deve ser a abordagem para atuar nesse mercado”, explicou Viana.

Com reportagem de Paulo Correia.

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Produtores rurais brasileiros mobilizados pela aprovação do novo Código Florestal Brasileiro





Foi promovida durante toda a terça-feira (05), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, uma gigantesca movimentação com 20 mil produtores rurais de todo o Brasil em favor da aprovação do novo Código Florestal Brasileiro. No evento, que foi organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), diversos estados da Federação enviaram seus representantes e as suas caravanas de produtores. Com o Rio Grande do Norte também não foi diferente. Do estado partiu uma comitiva de 21 pessoas.

A organização dessa comitiva, formada por presidentes de sindicatos rurais, foi feita pela Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), presidida pelo produtor rural José Álvares Vieira. O compromisso era um só: ajudar a CNA e os inúmeros produtores rurais e seus sindicatos na grande marcha em favor do novo código.

“Acredito que fizemos a nossa parte. Saímos de um estado longe de Brasília, mas viemos com a mesma força para lutar e defender os interesses dos produtores brasileiros, sejam eles pequenos, médios ou grandes. Fizemos o que tínhamos que fazer e acredito que mais cedo ou mais tarde o texto do novo código vai entrar em votação na Câmara Federal”, explicou Vieira.

Discursos inflamados e abraço ao Congresso

Durante a movimentação em Brasília, diversos representantes de segmentos da agricultura e da pecuária do país puderam falar sobre as suas realidades no palco montado pela organização do evento. Um verdadeiro “pinga fogo” (microfone aberto) na frente do Congresso Nacional. De deputados dos mais diferentes partidos políticos, governadores, prefeitos e presidentes de Federações da Agricultura, todos tiveram a oportunidade de explicar, com os seus argumentos, a necessidade de aprovação do texto do novo código florestal. “Foi um momento democrático e que exibiu a nossa dureza em produzir em meio ao Sol ou na chuva forte. Acredito que todo o Brasil ouviu esse recado dos produtores”, explicou o vice-presidente da Faern, Ivonaldo Diniz, que também usou o microfone para parabenizar os sindicatos do RN que foram à mobilização.

Um dos discursos mais contundentes foi o do governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, que finalizou o seu comentário dizendo que deputado que não votar em favor do código é um traidor do Brasil. “É um traidor! E esse não merece o nosso apoio e não merece os votos do país”, ressaltou o governador.

O evento também foi marcado pelo grande abraço ao Congresso Nacional, promovido logo depois do almoço, às 14 horas, e que levou toda a multidão a fazer o circulo simbólico. “Foi muito bonito. Uma demonstração de ordem. Uma pena que a chuva atrapalhou um pouco”, explicou o presidente do sindicato rural de Lajes, César Militão.

Sem data

Os líderes do movimento ficaram frustrados, logo depois do anuncio da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), quer aguardar o fim do debate em uma nova comissão especial para levar o novo código florestal ao plenário.

A falta de posição clara do governo sobre o tema também é um empecilho para a votação. Os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura têm divergências sobre esse assunto.

De acordo com José Vieira, da Faern, essas dúvidas dos ministros e o pedido de calma do presidente da Câmara dos Deputados é algo que precisa ser melhor trabalhado. “Eles não sabem que o deputado Aldo Rebelo fez inúmeras viagens pelo Brasil e participou, juntamente com movimentos de classe, de audiências públicas sobre esse tema? Eles não sabem da real importância do agronegócio para o Brasil? Espero que observem melhor o nosso movimento e vejam que ele é respeitável e positivo para a agricultura e o meio ambiente do país”, ressaltou Vieira.

Aldo Rebelo: “quem polui é a cidade”

No momento final do evento, o deputado federal Aldo Rebelo, relator do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro, falou para a multidão de mais de 20 mil pessoas concentradas na Esplanada dos Ministérios e explicou sobre os reais poluidores do Brasil. “Quem está desmatando e poluindo é a cidade grande. Com os seus rios e praias cheios de lixo e esgoto industrial. O agricultor do país, principalmente o pequeno, quer é cultivar a sua terra. Cuidar da sua plantação, da criação dos seus cabritos. Eles não desejam morar e tirar o sustento em uma área devastada. Isso é conversa de ONGs internacionais que desejam engessar o agronegócio brasileiro para ajudar os seus países de origem”, denunciou Rebelo.

Em um dos momentos mais fortes do seu discurso, Aldo Rebelo comparou a possível estagnação da agricultura brasileira com o atraso da mesma no México, e a perda dos seus homens do campo para as forças do tráfico de drogas.

“Essas organizações que querem acabar com o agronegócio no Brasil querem que o país termine como o México, que paralisou a sua agropecuária e deixou os seus garotos soltos. Garotos que foram recrutados pelos narcotraficantes. É isso o que vocês querem?”, indagou Aldo Rebelo, recebendo uma grande salva de palmas no final.

Com reportagem de Paulo Correia
(enviado especial para o evento).
Fotos: Paulo Correia

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Presidentes de sindicatos rurais participam de mobilização em Brasília em favor de mudanças no Código Florestal


Nesta terça-feira (05), os presidentes dos sindicatos rurais do estado participam, juntamente com a diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), de mobilização em Brasília para discutir as mudanças no novo Código Florestal Brasileiro, que deverá entrar em votação neste mês.

No evento, que será promovido na Esplanada dos Ministérios e que contará com um público estimado em 15 mil pessoas (entre produtores rurais, presidentes de Federações e sindicatos), a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, irá apresentar todos os pontos importantes do novo Código Florestal e pedir o empenho dos congressistas para aprovação do texto do deputado federal Aldo Rebelo.

De acordo com o presidente da Faern, José Álvares Vieira, essa mobilização será muito importante para mostrar ao Brasil que os produtores rurais querem um código florestal que respeite a natureza e que resguarde o direito dos produtores. “Acredito que será um dia muito importante para todos nós produtores. Será uma mobilização cívica e que exibirá o respeito dos produtores aos campos do Brasil e ao agronegócio”, ressaltou Vieira.

Números

Se o Código Florestal não for alterado, deixarão de ser produzidos sete milhões de toneladas de arroz nas várzeas do Rio Grande do Sul. Por este, e por tantos outros motivos, mais de 15 mil produtores rurais de diversos estados do país se reúnem em frente ao Congresso Nacional. A mobilização quer conscientizar o Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira de que o Código Florestal é um assunto do interesse de todos, que impacta diretamente na produção de alimentos no Brasil.

A aplicação do Código Florestal, como está hoje, também interfere no cultivo de café nas encostas e morros do Sul de Minas e da Zona da Mata mineira, responsáveis por 40% da produção brasileira. O Brasil deixaria de ser o maior produtor mundial de café, após mais de um século. O mesmo ocorreria com a produção de banana no Vale do Ribeira, de maçã em Santa Catarina e de uva, no Rio Grande do Sul.

De acordo com José Vieira, da Faern, o novo código merece essa mobilização e essa observação sobre o seu texto. “Sem esse código, a maioria esmagadora dos produtores do Brasil ficará na ilegalidade. Por isso, essa mobilização é fundamental para conscientizar a todos”, explicou Vieira.

Novo

Ainda de acordo com José Vieira, o novo Código Florestal Brasileiro, nos termos definidos pelo texto do deputado Aldo Rebelo, contempla satisfatoriamente os produtores rurais do Brasil. “Acredito que se a revisão não for aprovada, é bom que todos saibam que mais de 90% dos cinco milhões de propriedades rurais permanecerão na ilegalidade injustamente, pois suas áreas foram ocupadas antes da vigência do código e suas posteriores modificações. Então a aprovação do novo código conta com o nosso apoio”, finalizou Vieira.

Programação

08h- Chegada dos ônibus de diversos Estados do Brasil

09h- Reunião em frente ao Congresso Nacional e início da mobilização com a execução do Hino Nacional e um toque de berrantes

09h30/10h30 - Missa campal. Após a missa, a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, estará à disposição da imprensa, na Esplanada dos Ministérios

10h30 – Pronunciamentos de parlamentares na tenda principal, instalada em frente ao Congresso Nacional

12h30/13h30 - Hora do almoço - será servido um arroz de carreteiro preparado em grandes panelas instaladas no local da concentração

14h - Grande abraço simbólico ao Congresso Nacional

15h/16h30 - Visitas aos deputados, na Câmara dos Deputados

17h - Retorno das caravanas aos seus estados de origem

Com reportagem de Paulo Correia.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Presidente da Federação da Agricultura concede entrevista para o Jornal de Hoje



O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, concedeu na manhã desta sexta-feira (01), entrevista para o Jornal de Hoje.

Na oportunidade, o presidente da instituição conversou com o jornalista Tallyson Moura e falou sobre diversos assuntos do interesse do agronegócio potiguar. Foi o caso das alterações no novo Código Florestal Brasileiro, que deverá entrar em votação no Congresso Nacional agora em abril. Também abordou na entrevista a questão dos atrasos de pagamento no Programa do Leite, por parte do Governo do estado.

Durante a conversa, o repórter do Jornal de Hoje perguntou ao presidente da Faern sobre a bacia leiteira potiguar e os avanços nesse setor. “a nossa bacia leiteira ainda sofre com os graves problemas da seca de 2010. Mas a Federação da Agricultura acredita na força de trabalho dos produtores rurais do estado. Temos certeza que 2011 será um ano de retomada para o agronegócio potiguar”, explicou Vieira.

Abaixo segue o link do Jornal de Hoje na Internet:

http://www.jornaldehoje.com.br/portal/flip/

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Federação da Agricultura pede o empenho da classe política sobre projeto para um novo porto em Natal



“Aqui no estado um ponto que deve ser analisado é a cabotagem do porto. Com ele, conseguiremos trabalhar melhor. Sem isso, observaremos o bonde da história passar” (José Álvares Vieira)
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, pediu nesta quinta-feira (31) o empenho de toda a classe política do estado para o desenvolvimento de projeto para o novo porto de Natal, que desde muitos anos sofre de problemas em sua infraestrutura e dificulta a economia do estado.

De acordo com o presidente da Faern, essa é uma reivindicação antiga dos produtores rurais e do empresariado potiguar. “Acredito que todos são cientes dos problemas enfrentados pelo atual porto, na Ribeira, que sofre muito para escoar a nossa produção e que não comporta grandes navios cargueiros”, ressaltou Vieira.

O presidente da Federação da Agricultura ainda explicou que o estado deixa de receber produtos importantes para a nossa economia por conta desses problemas enfrentados no Porto de Natal. “Deixamos de receber, via mar, os contêineres de grãos que vêem de outros estados. Também temos que enviar para outros portos os nossos produtos, como frutas e minério de ferro. Suape e Cabedelo são os grandes ganhadores nessa corrida. E o nosso porto fica no atraso”, reclamou Vieira.

Novo Brasil portuário

As projeções de demanda de capacidade operacional portuária indicam que no ano de 2017, o Brasil terá que ter em funcionamento uma capacidade da ordem de 1,5 bilhões de toneladas, para sustentar as consistentes análises de demanda e para o país não parar.

De acordo com José Vieira, da Faern, esses números atingirão também o Rio Grande do Norte. E, até esta data algo terá que ser feito para não perdermos o caminho para uma economia forte e desenvolvida. “Hoje as deficiências do setor portuário e do contexto logístico já se constituem num obstáculo ao aumento da produção e à competitividade de muitos dos nossos produtos. Este fato complica as contas externas do País, encarece os custos internos de mercadorias, componentes, matérias primas, derruba da renda dos produtores rurais e, pior, estimula o perigoso processo inflacionário. A nossa classe política deve pensar nisso e trabalhar para um projeto de um novo porto para Natal”, ressaltou Vieira.

O presidente da Faern explicou que dentro dos próximos cinco anos o Brasil crescerá 12,6% em movimentação de contêineres nos seus portos. “Um dado que deverá ser melhor observado pelas nossas autoridades. Um novo Brasil portuário, que mereça toda a nossa atenção. Aqui no estado um ponto que deve ser analisado é a cabotagem do porto. Com ele, conseguiremos trabalhar melhor. Sem isso, observaremos o bonde da história passar”, concluiu Vieira.

Com reportagem de Paulo Correia.

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Novo Código Florestal

Federação da Agricultura consegue as alterações pedidas pelos produtores rurais e setor do turismo do RN
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, conseguiu encaminhar as alterações propostas pelos produtores de camarão do estado e pelo segmento do turismo ao texto do novo Código Florestal Brasileiro, de autoria do deputado federal Aldo Rebelo e que entrará em votação no Congresso Federal este mês.

Esse encaminhamento foi um pedido de toda a classe produtora sobre alguns pontos que estavam no texto do novo código, e que aprovado, poderiam prejudicar seriamente os setores da carcinicultura e do turismo nas dunas potiguares. De acordo com José Vieira, assim que a entidade foi procurada pelos produtores, ele trabalhou para marcar uma audiência com a bancada federal do estado, presidida pela deputada Sandra Rosado. “Assim que soubemos desse clamor dos produtores de camarão, pedimos uma conversa com os nossos deputados federais. Agradeço todo o empenho da deputada nesse trabalho”, lembrou Vieira.

O presidente da Faern explicou que o deputado Henrique Eduardo Alves também buscou ajudar a entidade e marcou reunião com os deputados do PMDB para discutir esses pontos apresentados pela Federação da Agricultura. “O deputado Henrique, líder do PMDB na Câmara, pediu ao também deputado Moacir Micheletto que encaminhasse as alterações propostas pelos produtores do Rio Grande do Norte ao relator do novo código, Aldo Rebelo. O que foi prontamente realizado. “Na quarta-feira (30), já tivemos a confirmação que as nossas propostas foram acatadas no texto de Aldo”, explicou Vieira.

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Mudanças

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O presidente da Faern explicou que a carcinicultura iria ser penalizada se o novo código não fosse corrigido no ponto em que discorria sobre a substituição dos termos ‘matas ciliares’ e ‘florestas’ pela palavra ‘áreas’, nas margens dos rios. “Com essa medida, ocorreria uma diminuição nas áreas produtivas à margem dos cursos de água salgada. Inviabilizando quase que totalmente a produção nesses locais.”, enfatizou Vieira.

Ainda de acordo com José Vieira, o novo Código Florestal Brasileiro, nos termos definidos pelo texto do deputado Aldo Rebelo, contempla satisfatoriamente os produtores rurais do Brasil, e que esses pontos, que atingiriam a carcinicultura era o que estava pensando. “Acredito que se a revisão não for aprovada é bom que todos saibam que mais de 90% dos cinco milhões de propriedades rurais permanecerão na ilegalidade, injustamente, pois suas áreas foram ocupadas antes da vigência do código e suas posteriores modificações. Então, a aprovação do novo código conta com o nosso apoio. Agora, alguns quesitos mereciam atenção e um deles era o que falava sobre os mangues e as dunas”, ressaltou Vieira.

Mobilização em Brasília.

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Mais de 15 mil produtores rurais e representantes de diversos segmentos da sociedade civil de todos os Estados brasileiros estarão em Brasília, no próximo dia 05 de abril, na Esplanada dos Ministérios, para participar de uma mobilização que tem o objetivo de demonstrar ao Congresso Nacional a necessidade de atualizar o Código Florestal. A iniciativa é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e conta com o total apoio das federações da agricultura do país.

“Essa iniciativa é uma forma de chamar a atenção dos congressistas sobre a importância do tema”, analisou Vieira. “Os produtores rurais virão para Brasília para mostrar de forma pacífica e cívica ao Congresso Nacional que o quadro de insegurança jurídica prejudica as atividades no campo e que por isso é preciso modernizar a legislação ambiental”, finalizou Vieira.

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Com reportagem de Paulo Correia.

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