
Com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos ao produtor brasileiro, por meio dos
sindicatos rurais, a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) criaram, em 2009, o programa “Sindicato Forte”, que visa trabalhar a capacitação dos presidentes dessas entidades e aperfeiçoar esses sindicatos para os novos tempos do campo brasileiro.
O programa tem o intuito principal de estabelecer estratégias de desenvolvimento institucional ajustadas às novas exigências da produção rural, mais competitiva e sustentável, buscando preparar nas áreas econômica, política, sociocultural e institucional os dirigentes, técnicos e funcionários dos sindicatos, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos aos seus associados, melhorando assim, a qualidade de vida no campo.
De acordo com Hélio Pignataro, assessor técnico do Senar/RN, o programa Sindicato Forte é uma boa iniciativa do Senar e da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), que transformará o modo como os filiados e os próprios sindicalistas observarão suas entidades. “O Sindicato Forte é um novo paradigma nesse campo dos sindicatos rurais. Com ele, a ponta do processo, as entidades de base, terão maior destaque. O que o Senar e a CNA objetivam é que os sindicatos rurais tenham autonomia, tenham desembaraço no mercado, e que ajudem os seus filiados em questões jurídicas e que também propiciem a essas pessoas acesso a cursos e projetos sociais”, explicou Pignataro.
Brasília
Em 17 de junho vários representantes das federações estiveram em Brasília para desenvolver os planos que serão implantados em suas regiões com o programa Sindicato Forte. “Estiveram presentes na reunião promovida pela CNA coordenadores de 27 federações do país. Uma oportunidade para traçarmos as metas do programa para o Rio Grande do Norte e discutirmos com os outros representantes os problemas de cada região”, informou Hélio Pignataro.
Agosto
Na reunião ficou acertado que no começo de julho uma nova etapa do projeto será debatida em Brasília, e que em agosto o Sindicato Forte poderá começar suas atividades no Rio Grande do Norte. “Em julho ainda terá uma reunião em Brasília com os dirigentes das federações rurais e logo depois, em agosto, os representantes dos sindicatos também irão. Assim que voltarem para seus estados, se tudo correr bem, já daremos início ao projeto”, concluiu Pignataro.
Com Paulo Correia
O programa tem o intuito principal de estabelecer estratégias de desenvolvimento institucional ajustadas às novas exigências da produção rural, mais competitiva e sustentável, buscando preparar nas áreas econômica, política, sociocultural e institucional os dirigentes, técnicos e funcionários dos sindicatos, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos aos seus associados, melhorando assim, a qualidade de vida no campo.
De acordo com Hélio Pignataro, assessor técnico do Senar/RN, o programa Sindicato Forte é uma boa iniciativa do Senar e da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), que transformará o modo como os filiados e os próprios sindicalistas observarão suas entidades. “O Sindicato Forte é um novo paradigma nesse campo dos sindicatos rurais. Com ele, a ponta do processo, as entidades de base, terão maior destaque. O que o Senar e a CNA objetivam é que os sindicatos rurais tenham autonomia, tenham desembaraço no mercado, e que ajudem os seus filiados em questões jurídicas e que também propiciem a essas pessoas acesso a cursos e projetos sociais”, explicou Pignataro.
Brasília
Em 17 de junho vários representantes das federações estiveram em Brasília para desenvolver os planos que serão implantados em suas regiões com o programa Sindicato Forte. “Estiveram presentes na reunião promovida pela CNA coordenadores de 27 federações do país. Uma oportunidade para traçarmos as metas do programa para o Rio Grande do Norte e discutirmos com os outros representantes os problemas de cada região”, informou Hélio Pignataro.
Agosto
Na reunião ficou acertado que no começo de julho uma nova etapa do projeto será debatida em Brasília, e que em agosto o Sindicato Forte poderá começar suas atividades no Rio Grande do Norte. “Em julho ainda terá uma reunião em Brasília com os dirigentes das federações rurais e logo depois, em agosto, os representantes dos sindicatos também irão. Assim que voltarem para seus estados, se tudo correr bem, já daremos início ao projeto”, concluiu Pignataro.
Com Paulo Correia
Nenhum comentário:
Postar um comentário